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Conhecer melhor o nosso País... Sintra

Segunda-feira, 20.11.06

A pedido da nossa amiga Ayumi Suzuki, aqui fica o que eu consegui apurar sobre Sintra.

RESUMO HISTÓRICO

Classificada pela UNESCO como Paisagem Cultural e Património da Humanidade – durante a 19ª Sessão do Comité da UNESCO, ocorrida em Berlim a 6 de Dezembro de 1995 -, Sintra é um daqueles lugares mágicos onde a natureza e o homem se conjugaram numa simbiose perfeita, como que a quererem deixar-nos surpreendidos, rendidos à beleza da obra.

Testemunho da passagem de muitos povos e culturas ao longo dos tempos, que sempre souberam respeitar os vestígios que os outros deixaram, a expressão que melhor classifica Sintra no seu todo é, por certo, a tolerância cultural.

A magia dos cenários naturais e a memória da passagem do Homem por Sintra, as brumas misteriosas, os jogos de água e verde, traduzem uma ambiência poética muito própria, talvez única, transformando Sintra num local de grande apetência artística. E para realçar essa capacidade inspirativa do lugar, Sintra é hoje palco de várias iniciativas onde a arte se integra e se funde com a paisagem. É o caso do Festival de Música de Sintra, a transportar a música clássica para espaços ao ar livre, possibilitando uma relação íntima e recíproca entre o artista, o público e a natureza.

Sintra e a sua Serra, vivenciada desde as mais remotas idades, foi-se alentando em sucessivas manifestações estética e artísticas que, potenciadas por benfazejo clima, incentivaram a construção de uma paisagem paradigmática na geografia mundial.

Características inusitadas de uma natureza feliz e da orografia da própria Serra, com os seus cumes agudos coroados de dantescas e doiradas fragas, os seus fundos abruptos entelhados de generosa vegetação, sustentada por frescas e salutíferas águas e temperada por húmido frescor que se alonga às férteis várzeas circundantes e que, desde tempos imemoriais, tem exorado a presença humana.

Razões pelas quais mitificaram, nesta finis terra do Mundo Antigo, as éguas fecundadas por Zephyrus que pariam potros mais velozes do que o vento e calcorreavam, em desenfreados galopes, o Mons Sacer de Varrão. Columela apelidou a Serra, sobranceira ao promontório agreste de Ophiussa, de Mons Lunae, mas os mais ancestrais testemunhos de ocupação humana - enquanto habitat e espaço sacralizado - remontam a épocas pré-históricas, das quais se destacam o sítio do Neolítico Antigo do Castelo dos Mouros, onde foram recolhidos abundantes artefactos; o monumento funerário da Bela Vista, datável do Calcolítico Final, que, aproveitando afloramentos rochosos existentes no próprio local.

Durante a romanidade, a região de Sintra integrou o territorium da civitas de Olisipo, à qual foi concedido - por César ou, como será mais provável, por Octaviano -, em cerca de 30 a.C., o estatuto de Municipium Civium Romanorum, circunscrição onde a romanização foi profunda e venturosa nos seus aspectos mais diferenciados, como sejam, os culturais, os sociais, os políticos e os económicos, verificando-se, inclusive, a adopção por parte dos seus habitantes, agora filiados na Tribu Galeria, de gentilícios romanos, com destaque para o nomen imperial Iulius.

Na própria Vila de Sintra, encontraram-se, pois, testemunhos que atestam a ocupação romana e tardo-romana do sítio, com cronologia balizada entre o século II a.C. e o século VI da Era, com especial incidência para o trecho de uma via (sob as actuais Rua da Ferraria, Calçada dos Clérigos e Calçada da Trindade) que faria a ligação do habitat romano aos agri e provável necrópole, porquanto subsiste, para além da referência no CIL II, 309 a uma inscrição funerária do século II - DIS . MANIBVS / L. LOREI . L. F. GAL / MAXIMI . ANN. XVI -, um fragmento de capeamento da mesma época.

Sintra assentou-se e cresceu, então, sob amparo do Palácio que, aos poucos, se foi tornando num dos superiores centros de vilegiatura da realeza. E não fora o mortífero surto de peste negra, em 1348, o terramoto de 1356 e o facto do seu concelho ter sido truncado, em 1364, com a desanexação de Cascais, por vontade de D. Pedro I, todo este processo teria decorrido sem sobressaltos maiores, até ao dia em que o conde Henrique Manuel de Vilhena, que D. João fizera senhor de Sintra - interrompendo, assim, a tradição de doar a vila ao senhorio das rainhas...

Rendido o seu Castelo, Sintra retornou então à posse da coroa e D. João I, enamorado pelo sítio, patrocinou, por volta de 1400, a construção nos arredores da vila o Convento da Santíssima Trindade para albergue da comunidade anacoreta que, respondendo aos apelos da mística Serra, se tinha instalado nas suas fragosas faldas. D. João I promoveu também longas obras de ampliação do Paço real, acrescentando, sob orientação de mestre João Garcia de Toledo, o mudejarizante corpo central, e não «há dúvida que (...) esteve presente o elemento mouro, não porém de forma livre e natural, mas sim como voluntário exotismo dos monarcas» e de uma tradição construtiva moirisca.

D. Afonso V nasceu no Palácio sintrense, em 1432, onde muitas vezes se fixou a corte e lançou o destino da conquista e descoberta africanas. Na epopeia participaram alguns sintrenses, nomeadamente, Gonçalo de Sintra, que explorou o Rio do Ouro e foi morto na angra que hoje leva o seu nome, Soeiro da Costa e Pedro de Sintra que exploraram a costa ocidental de África, do Rio Grande ao Cabo Mesurado, tendo sido, este último, capitão da armada que fundou a fortaleza de São Jorge da Mina, em 1481. E, ainda, Diogo Gomes, outro navegador que desconhecendo-se a sua naturalidade, se manteve arreigado a Sintra, onde adquiriu umas terras que constituíram a génese da Quinta do Ramalhão e desempenhou as funções de «almoxarife d-el rei», até cerca de 1480.

No dia de Todos-os-Santos de 1755 a terra tremeu logo pela manhã e sob a violência do terramoto grande parte da Vila de Sintra desmoronou-se, conforme nos esclarecem as Memórias Paroquiais de 1757: a Igreja Matriz de São Martinho «se arruinou de forma que apenas ficou algumas paredes, mas estas incapazes de poderem servir (...). Ficou esta Villa a mayor parte aruinada, mas ja se acha com m.tos edificios redeficados. Na mesma praça se acha a caza da mizericordia que exprimentou a mesma ruina que a freguezia, mas esta se acha ja quazi coberta», o Paço real sofreu também bastante ruína, assim como o Castelo dos Mouros e o Mosteiro de Nossa Senhora da Pena. A Paroquial de São Miguel conservou, apenas, a ousia, a de Santa Maria perdeu parte da nave e a de São Pedro de Penaferrim registou estragos mais modestos. Os trabalhos de reconstrução sucederam-se a bom ritmo como se infere da leitura do inquérito pombalino, ainda que as obras de São Martinho só tenham terminado em 1773, com a pintura de cariz vegetalista e geometrizante dos tectos da nave e da capela-mor, por Joaquim José da Rocha - artista que se responsabilizara já, entre 1760-1762.

A magia de Sintra, no entanto, só seria redescoberta no terceiro quartel do século XVIII, quando readquiriu os pergaminhos de outrora. O clima e o exotismo das suas paisagens garantiram-lhe destacado lugar no Tour pré-romântico (foi visitada, entre outros, por Murphy, Link, Ruders, Bradford, Byron e Southey que deixaram expresso, em notáveis relatos, o seu encantamento pelo lugar).

A circunstância histórica e arquitectónica ditou para a Sintra e para a sua Serra uma individualidade única que não se esgotou no régio Palácio da Pena. Mas que, antes pelo contrário, terá oscilado entre a teoria e a assunção da paisagem romântica, formalizando-se em arquétipos que desembocaram no vasto conjunto da arquitectura revivalista e que, aqui, entrou bem pelo século XX adentro. Assim se justificará a unicidade do pavilhão da Quinta do Relógio - edificado por volta de 1850, segundo traço de António Tomás da Fonseca - ao assumir-se como primeiro edifício inteiramente neo-árabe, incluindo a legenda dos reis mouros de Granada.

O Centro Histórico - protegido desde 1949 pelo Plano de Urbanização de Sintra, da autoria do urbanista Étienne de Gröer, que abrange também parte dos bairros de São Pedro de Penaferrim, da Estefânea e da Portela - tem-se aninhado numa falda ensombreada protegida pela Serra altaneira. As suas tortuosas e estreitas vielas espontam no monumental Palácio Nacional e os seus becos, pequenos largos ou praças impõem ritmos que surpreendem pela sua clarividência vernacular atlântico-mediterrânica, aristocrática ou erudita.

 

 

SINTRA E A SUA HISTÓRIA

No âmbito contextual de natureza, arquitectura e ocupação humana, Sintra, o seu termo e a Serra, evidenciam uma unidade que hoje se considera de paisagem cultural única no panorama da história portuguesa.

 

 

Eis, pois, Sintra, cuja mais antiga forma medieval conhecida, Suntria, apontará para o radical Indo-Europeu “astro luminoso”, “sol”.

Na Tragicomédia do Inverno e Verão, representada no Paço da Ribeira de Lisboa, por ocasião do nascimento do infante D. Filipe (1533), aos reis de Portugal D. João III e D. Catarina de Áustria, Gil Vicente aí faz figurar uma característica alegoria da Serra de Sintra, assim apresentada pela alegoria do «Verão»:

«La sierra de Sintra viene,
que estava triste del frio,
gozar del Triunfo mío,
que a su gracia conviene.
Es la sierra más hermosa
que yo siento en esta vida:
es como dama polida,
brava, dulce y graciosa,
namorada y engrandecida.

Bosque de cosas reales,
marinera y pescadora,
montera y gran caçadora,
reina de los animales.
Muy esquiva y alterosa,
balisa de navegantes,
sierra a sus caminantes
no cansa ninguna cosa.

Refrigerio en los calores,
de saludades minero,
 contemplación de amores,
la señora a que yo más quiero
y con quién ando d'amores».

Luís de Camões (c. 1524-1580) refere-a n'Os Lusíadas
(Canto III, estrofe 56), durante o épico discurso de Vasco da Gama - que relata a História de Portugal - ao rei de Melinde, como um lugar mítico e lânguido:

«E, nas serras da Lua conhecidas
Subjuga a fria Sintra, o duro braço.
Sintra onde as Náiades escondidas
Nas fontes, vão fugindo ao doce laço:
Onde Amor as enreda brandamente,
Nas águas acendendo fogo ardente».

E, depois, no Canto V, o seu perfil que se avista das naus que partiram para a descoberta do caminho marítimo para a índia:

«Já a vista, pouco e pouco, se desterra
Daqueles pátrios montes, que ficavam;
Ficava o caro Tejo e a fresca serra
De Sintra, e nela os olhos se alongavam (...)».

 

    Nos limites do território que foi classificado como Paisagem Cultural - a Vila de Sintra, a envolvente “zona histórica e a Serra - os mais ancestrais testemunhos de ocupação humana localizam-se num cume da vertente Norte da Serra de Sintra.

Trata-se da ocupação epipaleolítica da Penha Verde, onde foram recolhidos abundantes utensílios de tipo microlaminar.

 

Locais a visitar

 

 Castelo dos Mouros

 

Antigo castelo de provável fundação muçulmana, durante o séc. IX, no qual nunca se travou nenhuma batalha. De facto, tanto os ocupantes muçulmanos como cristãos rendiam-se invariavelmente após a conquista de Lisboa pelo lado oposto, apesar da aparente invulnerabilidade do Castelo.

Tal facto deve-se à sua função, que não era tanto a da defesa da vila e sim de defesa e vigilância de Lisboa e arredores, conjuntamente com outras vilas do termo de Lisboa. Em 1154, D. Afonso Henriques concede carta de foral à vila.
Com o contínuo avanço da Reconquista para Sul, o Castelo dos Mouros perde a sua importância estratégica, acabando por ser totalmente abandonado durante a Segunda Dinastia. Nos finais de quatrocentos apenas habitavam o sítio do castelo alguns judeus, segregados do resto da comunidade por ordem régia e até esses acabaram por sair devido à expulsão das minorias étnicas e religiosas.

Acesso:
Situado a cerca de 3,5 Km do Centro Histórico, na Estrada da Pena.
Autocarro n.º 434, com partida da estação de Sintra e passagem pelo centro histórico.

Morada:
Estrada da Pena
Tel: 351 21 923 73 00
Fax: 351 21 923 73 50
E-mail:
info@parquesdesintra.pt
Website:
http://www.parquesdesintra.pt

 

ANTIGA IGREJA PAROQUIAL DE SÃO PEDRO DE CANAFERRIM E NECRÓPOLE MEDIEVAL

 

 

Localização

ANTIGA IGREJA PAROQUIAL DE SÃO PEDRO DE CANAFERRIM
Junto ao Castelo dos Mouros (Serra de Sintra), freguesia de São Pedro de Penaferrim.

NECRÓPOLE MEDIEVAL
Junto ao Castelo dos Mouros (Serra de Sintra), freguesia de São Pedro de Penaferrim

 

A antiga Igreja de São Pedro de Canaferrim, muito provavelmente ainda edificada durante o século XII, revela um típico templo rural românico. O seu aspecto sóbrio é-lhe conferido não só pela frieza do granito utilizado na construção das espessas paredes, mas também pela planta simples, estruturada pela directa junção de dois corpos de traça rectangular, demarcando dois espaços litúrgicos distintos; a concepções de estruturação dos espaços e volumetrias típicas do românico conduziram, assim, à edificação de um templo de uma só nave e de abside rectangular,
O acesso à abside faz-se através de um arco triunfal de volta perfeita e a iluminação é conseguida por uma pequena fresta no extremo oriente da cabeceira. Nas paredes do lado do Evangelho e no da Epístola embebem-se dois pequenos nichos rectangulares destinados a abrigar os objectos litúrgicos.
Ainda na abside, são observáveis alguns vestígios de pinturas góticas, no tecto abobadado e na parede fundeira. O arco esteia-se em duas colunas de fuste liso - idênticas às do portal que existe na fachada lateral sul -, e assentes sobre plintos lisos. Os capitéis deste arco, de estilo arcaico, são decorados com temas fitomórficos e de inspiração vegetalista, contrastando com os motivos zoomórficos que ornamentam os do portal sul.

 

                                  QUINTA DA PENHA VERDE

 

Localização

Estrada Nova da Rainha, freguesia de São Martinho

Memória descritiva

A primitiva casa da Quinta da Penha Verde, erguida por D. João de Castro, era simples e de reduzidas dimensões. Posteriormente, o edifício foi largamente ampliado e modificado, adquirindo então o aspecto que lhe reconhecemos actualmente.
A entrada da Quinta e hoje precedida por um singelo pórtico, datável de finais do século XVII, encimado por um frontão triangular ao qual se sobrepõe o brasão dos Castros.
Logo de seguida, um pequeno jardim, ao estilo do século XVIII, enquadra e antecede a mansão. Esta apresenta uma planta algo irregular, integrando-se, todavia, na linha da arquitectura áulica portuguesa tradicional. As ombreiras das portas e janelas são revestidas por largas e simples cantarias. O seu interior é marcado pela sobriedade, destacando-se porém, deste contexto, o grande salão do piso superior, com tecto de madeira apainelada e com uma pintura central representando um brasão de armas.
A capela de São Brás, integrada no corpo principal da mansão, data do século XVII. A parede da capela-mor encontra-se completamente revestida por um painel de azulejos policromos, cujo desenho representa um reposteiro semi-aberto, de evidente recorte teatral; do centro desta composição sobressai uma peanha em pedra finamente lavrada, sobe a qual se encontra uma soberba e pétrea imagem de São Brás; o altar é trabalhado em mármore multicolor.

 

D. João de Castro, filho de D. Álvaro de Castro, governador da Casa do Cível e Vedor da Fazenda, e de D. Leonor de Noronha, nasceu em Lisboa, a 27 de Fevereiro de 1500. Na sua juventude foi moço-fidalgo de D. Manuel e, na corte - onde iniciou uma longa e frutífera amizade com o Infante D. Luís - teve como professores alguns dos mais notáveis mestres da época, de entre os quais o célebre matemático Pedro Nunes.

 

 PALÁCIO DA PENA E CONVENTO HIERONIMITA DE NOSSA SENHORA DA PENA

Localização

PALÁCIO DA PENA

Serra de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim

CONVENTO HIERONIMITA DE NOSSA SENHOA DA PENA

Serra de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim

Localização

PALÁCIO DA PENA

Serra de Sintra, freguesia de São Pedro de Penaferrim

CONVENTO HIERONIMITA DE NOSSA SENHOA DA PENA


«Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egipto, e nunca vi nada, nada, que valha a Pena. É a cousa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor – e, lá no alto, está o Castelo do Santo Graal.»

    Richard Strauss

O homem romântico, contemporâneo da Revolução Industrial, assistiu à transição gradual de uma civilização rural para um estilo de vida fundamentalmente urbano, o qual entrou em acelerada decadência devido à forte concentração populacional e à destruição do meio ambiental. Procurando fugir do ambiente asfixiante da vida urbana, era no reencontro com a Natureza que o homem romântico encontrava a sua alternativa de vida.


O palácio e os jardins foram concebidos como um todo: as influências que conduziram à realização sublime de um,  encontram-se no outro. «O Mosteiro gótico da Pena despiu-se então da simplicidade monástica para trajar as galas do século; deixou a divisa dos filhos de S. Jeronymo para se ataviar com o brasão d’armas de Portugal e Goburgo; trocou os seus dormitórios e estreitas celas por espaçosas salas; e mudou o nome humilde de habitação de monges no título pomposo de Paço Real.

Para mais informações, visita:

http://www.cm-sintra.pt

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publicado por Rastr às 20:07


5 comentários

De Miss Bradshaw a 20.11.2006 às 22:51

post brutalissimo!!!! para mim sintra é o sitio mais perto de lisboa mais bonito! tenho imensas sdds de la ir, apesar de viver relativamente perto.....é um sitio magico! parece parada no tempo e a aura magica k a rodei sente-se na pele! muito bom post sim senhor! ;) ******

De mímica a 21.11.2006 às 21:02

Sintra é espectacular! Tenho uma amiga k nasceu lá, mas ela parece ñ gostar mt da sua terrinha...
Gsotava mt de visitar Sintra.

De Witchie a 29.11.2006 às 23:03

Muitos parabéns pelo post!!

Eu adoro Sintra!

Quem ainda lá não foi visite que vai adorar =)

De Anónimo a 06.01.2007 às 15:59

Olá
Apesar de morar em Sintra, trabalhar em Sintra e ADORAR Sintra fiquei encantada...aprendi bastante com o teu post.
Está super completo.
Obrigado
Adelia

De Anónimo a 06.04.2010 às 22:49

Apenas para corrigir o nome mencionado no post é S.Pedro de Penaferrim e não canaferrim.
Bom Post

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