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Desportistas do Ano

Quarta-feira, 17.10.07

http://galacdp.sapo.pt/

 

 

 

 

 

 

No endereço acima referido, podes votar nos desportistas do Ano.

Não percas a oportunidade de votares nos teus desportistas preferidos ou nos que aches mais justos ganharem.

 

 

Um Abraço

 

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publicado por Rastr às 18:16

As 10 comidas mais estranhas do mundo

Terça-feira, 16.10.07

Vou vos dar a conhecer e por ordem decrescente, as 10 comidas mais estranhas do mundo (louco) :

10) ESCORPIÃO FRITO

O escorpião é um prato admirado pela maioria dos povos asiáticos. Grande parte dos países do continente degusta o petisco usando hashi , esse par de varetas usado para levar a comida à boca.

9) FILETES DE PEIXE VENENOSO

 

O tal peixe venenoso é o fugu ou baiacu , que tem muita tetrodotoxina , um veneno dez vezes mais forte que o cianeto. Para que a iguaria não mate ninguém, o cozinheiro retira uma bolsa perto das brânquias com o veneno. Depois, fura a bolsa e espalha sobre a carne do peixe uma pequena dose da toxina, para provocar um certo "efeito alucinogénico " em quem come!
Por causa dos riscos da ingestão do alimento, os cozinheiros e chefes de restaurantes são exaustivamente treinados até ganharem o aval para preparar o fugu para consumo. 
Mesmo assim, cerca de 20 pessoas morrem por ano, intoxicadas pelo veneno do peixe!

8) FAROFA DE FORMIGA

O insecto aparece no cardápio rural brasileiro em certas áreas do Sudeste.

Além de consumida em farofas, ela também pode ser torrada com tempero ou congelada para comer durante o ano. E faz bem! Como vários outros insectos , as formigas são ricas em proteína, têm baixo teor de gordura e alto teor de fósforo.

7) MORCEGO À CAÇAROLA

Os morcegos que fazem parte do cardápio humano são os que se alimentam de frutas. Escolhidos por não serem venenosos e por sua dieta saudável, os morcegos frutíferos têm baixo teor de gordura e uma carne cuja textura é comparada à dos frangos. Além da caçarola (um guisado com carne, vegetais e batatas), outras boas pedidas (quer dizer, boas pelo menos para os povos asiáticos) são a sopa e a lasanha de morcego.

6) CANGURU AO VAPOR

O hábito de comer cangurus começou com os nativos australianos.

Hoje em dia, a carne do bicho é picada e cozida em vapor, com a adição de bacon, sal e pimenta para dar um temperozinho . Não sobra nada: até o rabo é aproveitado para fazer sopa! O gosto é comparado ao da carne de avestruz, uma carne vermelha bem forte.
Os pratos feitos com canguru são vendidos em mais de 900 restaurantes, desde pizzarias até serviços de quarto em hotéis cinco estrelas.

5) OMELETE DE LARVA DO BICHO-DA-SEDA

Na China, as larvas são fritas com cebola cortada e um molho grosso ou misturadas em omeleta com ovos de galinha.

Na Tailândia, depois de ser incluída na lista de comidas locais, em 1987, a teia do bicho-da-seda passou a ser adicionada às sopas na alimentação de crianças nas escolas tailandesas.

4) SOPA DE CÃO

 

Para os coreanos, o cão é considerado bastante energético e, de acordo com a crença, melhora o desempenho sexual dos homens. Além da carne, a sopa leva legumes e tem um cheiro forte, principalmente por causa do tempero - em geral, especiarias como açafrão, cravo e canela. 
A venda da carne de cachorro já foi proibida por causa de protestos de protectores dos animais. Mas, em países como a Coreia do Sul, a fiscalização é fraca e muitos restaurantes continuam a confeccionar o prato.

3) CÉREBRO DE MACACO

Séculos antes do Indiana Jones , os africanos já cultivavam o costume de deglutir miolos de primatas. Anote o modo de preparação: primeiro, lave o cérebro (do bicho, claro) com água fria. Depois, acrescente vinagre ou suco de limão, retirando membranas e vasos sanguíneos da camada mais superficial. Conserve em salmoura e, finalmente, ponha a iguaria para cozinhar. Em todas as espécies de macaco, o órgão é rico em fósforo, proteínas e vitaminas.
Prefere outros cérebros? Tente o de gorila, considerado afrodisíaco.

2) CALDO DE TURU ( NÃO FAÇO IDEIA DE QUE BICHO SE TRATA )

O turu é um molusco de cabeça dura e corpo gelatinoso, tem a grossura de um dedo e vive em árvores podres, caídas. Consumido na ilha de Marajó e no interior da Amazónia vivo e cru, em caldo com farinha ou em moqueca , o bichinho é rico em cálcio e tido como afrodisíaco. O gosto é semelhante ao dos mariscos.

1) TARÂNTULA FRITA

Apesar de pavorosa, a espécie não é venenosa - e é a mais consumida no mundo por ser maior que as outras aranhas. A parte mais cobiçada é o abdómen do aracnídeo. É lá que fica a maior parte da carne - na cabeça estão as vísceras e no restante do corpo não há muito mais o que comer.
Os maiores consumidores de Tarântula são os índios na América do Sul e os aborígenes na Austrália.

Bom Apetite....

 



 

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publicado por Rastr às 18:18

Questionário ... Resultado

Segunda-feira, 15.10.07

O Caso Maddie vai-se resolver ?
 
58.73% Sim
41.26% Não

 

Total: 63 respostas

 

 

A ver vamos...

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publicado por Rastr às 23:03

Receitas Vegetarianas ... Castanhas guisadas

Segunda-feira, 15.10.07

Castanhas guisadas

Número pessoas: 2 Modo preparação: Forno
Tempo prep.: 40 min Grau de diiculdade: Fácil

 

 

250 g castanha(s)
1 cebola(s)
1 tomate(s)
1 cenoura(s)
4 ramos bróculos
4 c. sopa azeite
2 dl caldo de cubo de legumes
q.b. sal e pimenta

1. Cozem-se as castanhas, pelam-se e cortam-se ao meio.
2. Refoga-se ligeiramente no azeite a cebola picada, o tomate em pedaços, a cenoura em cubos e os raminhos de bróculos.
3. Acrescentam-se as castanhas e o caldo vegetal.
4. Tempera-se com sal e pimenta e deixa-se estufar até os legumes estarem cozinhados.

Bom Apetite

Um Abraço

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publicado por Rastr às 23:00

Receitas Vegetarianas ... Batata de cebolada

Segunda-feira, 15.10.07

Batata de cebolada

Número pessoas: 4 Modo preparação: Lume
Tempo prep.: 30 min Grau de diiculdade: Fácil

 

 

500 g batata(s)
1 cebola(s)
1 dl azeite
2 dente(s) de alho
1 ramo salsa
1 folha(s) de louro
1 c. sopa colorau
1 c. café Pimenta
q.b. sal

1. Cozem-se as batatas com pele.

2. Escorrem-se, pelam-se e depois frias cortam-se às rodelas grossas.

3. Leva-se ao lume a cebola e os dentes de alho picados com azeite, a salsa e o louro. Ferve com o tacho tapado até a cebola ficar mole.

4. Junta-se o vinagre, o colorau desfeito num pouco de água, a pimenta e o sal.

5. Deitam-se as batatas, tapa-se o tacho para fervilhar durante dois minutos e estão prontas.

Bom Apetite

Um Abraço

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publicado por Rastr às 22:57

Receitas Vegetarianas ... Beringelas com queijo

Segunda-feira, 15.10.07

Beringelas com queijo

Número pessoas: 2 Modo preparação: Forno
Tempo prep.: 30 min Grau de diiculdade: Fácil

 

 

2 beringelas pequenas
1 pimento(s) morrone
2 dente(s) de alho
2 c. sopa azeite
fatia(s) fina(s) de mozarella
q.b. sal e pimenta

1. Começa-se por aquecer o forno.

2. Numa tigela, mistura-se o azeite com os alhos bem picadinhos, pimenta e um pouco de sal.

3. Lavam-se as beringelas, limpam-se e cortam-se em rodelas com 1 cm de espessura. Regam-se com o tempero anterior.

4. Põem-se a alourar no forno durante 3 min. de cada lado. Retiram-se do forno e coloca-se uma fatia de queijo mozarella sobre cada uma.

5. Decora-se com fatias de pimento morrone e leva-se a gratinar no forno até o queijo derreter. Servem-se quentes.

Bom Apetite

Um Abraço

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publicado por Rastr às 22:55

Receitas Vegetarianas ... Arroz com tâmaras

Segunda-feira, 15.10.07

Como tinha sido prometido há algum tempo atrás, vou começar a blogar receitas vegetarianas, porque nunca é tarde para experimentarmos coisas novas e se forem saborosas, melhor.

 

Arroz com tâmaras

Número pessoas: 4 Modo preparação: Lume
Tempo prep.: 20 min Grau de diiculdade: Fácil

 

 

2 caneca arroz
1 cebola(s)
100 g tâmaras
4 c. sopa manteiga
5 caneca água
1 c. sopa açafrão das Índias
1 c. chá canela em pó
q.b. sal

1. Num tacho, refogue a cebola picada na manteiga.

2. Junte o arroz, a água, o açafrão, o sal e a canela. Cozinhe em lume brando até o arroz ficar macio.

3. Tire os caroços da tâmaras e misture ao arroz. Deixe alguns minutos para tomar gosto e sirva.

Bom Apetite

Um Abraço

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publicado por Rastr às 22:49

Jogos da Língua Portuguesa

Domingo, 14.10.07

http://www.ludotech.eu/

 

Neste site reavivamos a nossa memória ou aprendemos mais sobre a Língua Portuguesa, com jogos e exercícios que tem como autores, professores da nossa língua.

Dou os meus parabéns aos autores deste site, pois não é só para crianças mas também para adultos. Faz lembrar um pouco o programa da RTP, " Sabe mais que um miúdo de 10 anos? ".

 

 

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publicado por Rastr às 20:30

Conhecer melhor o nosso País... Porto

Sábado, 13.10.07

PORTO

Património Mundial e Capital Europeia da Cultura

 

Em 1996, perante a riqueza histórica da cidade, sobretudo na sua parte antiga, a Unesco conferiu à cidade o estatuto de «Cidade Património Mundial».

 

Em 2001, o Porto, juntamente com Roterdão, é Capital Europeia da Cultura.

 

À cidade acorrem milhares de turistas.

História da Cidade

Origens

 

A existência de vestígios pré-históricos há muito estão assinalados na área demarcada da cidade e da região do Porto (antas, castros, citânias) Recentes escavações na Casa do Infante permitiram perceber alguma da evolução da ocupação da cidade.

 

O lugar ocupado pela Sé foi, seguramente, um castro. O mesmo se poderá dizer do morro fronteiro de Gaia. Há mesmo referências a um «castrum novum de Portucale», identificável com o Porto.

Com a conquista peninsular pelos romanos, a região assiste a profundas mudanças, quer a nível da organização espacial, quer a nível económico, religioso e político. A Sé era o centro da actividade romana e o seu ponto estratégico mais importante.

 

A expansão da cidade foi até à zona da Ribeira. Na actual Casa do Infante foi encontrado um mosaico romano do século IV a.C. que atesta da expansão da cidade.

 

Os núcleos de povoamento multiplicam-se. Encontram-se vestígios importantes, por exemplo da indústria da salga de peixe em Campanhã e Angeiras.

 

Existia mesmo uma villa romana em Campanhã (campaniana) e uma aglomeração romana na Foz do Douro.

 

 Durante três séculos a romanização de todo o território é completa.

 

No início do século V, surgem modificações que marcarão indelevelmente o curso dos acontecimentos.

 

Os povos além Reno, Suevos e Vândalos, instalam-se na Península. Os Suevos estabelecem mesmo um curto reinado (com capital em Braga).

 

Deve-se a este povo o facto de Portucale ascender a sede episcopal. Os Suevos depressa são absorvidos por outro povo bárbaro, os Visigodos.

 

Assiste-se à deterioração do sistema administrativo romano e à apropriação dos poderes por parte da classe dos guerreiros.

 

Com a monarquia visigótica de Toledo a importância de Portucale não cessa de aumentar.

 

Mas pouco mais de um século após a conquista dos suevos, a monarquia visigótica atingia o seu fim.

 

Um exército muçulmano, desembarca, em 711, no sul da Península Ibérica, e em rápida avançada chega à região do Douro. Mas a ocupação do norte seria efémera, e as regiões de Bracara (Braga) e Portucale renascem.

 

Uma personalidade marca este período da história do Porto, Vímara Peres, peça fulcral no reordenamento e povoamento do Porto.

 

 

O Condado Portucalense e a Época Medieval

O condado, cujo nome deriva do topónimo Portucale, nasceu de uma dádiva do rei Afonso VI à sua filha D. Teresa e a D. Henrique de Borgonha.

 

A cidade do Porto era o morro da Sé. A Rua das Aldas ou a Rua da Penaventosa datam desta altura.

 

O morro era rodeado por muralhas.

 

 Por iniciativa de D. Teresa, em 1120, é concedido ao bispo D. Hugo um vasto território.

 

As muralhas foram rapidamente extravazadas em todas as direcções.

Época Medieval

Em 1330, o Porto era uma cidade importante e grande, era ponto obrigatório da actividade mercantil.

Em meados do século XIV, torna-se premente construir uma nova muralha no Porto, de modo a proteger a cidade em pleno crescimento de todas as arremetidas inimigas.

Até ao final da Idade Média o Porto foi local de disputas entre bispos e cónegos, clero contra frades fransciscanos, bispos contra reis, burgueses contra bispos, burgueses contra fidalgos.

 

Em 1355, o infante D. Pedro e o rei D.Afonso IV, devido aos acontecimentos que envolveram Inês de Castro, iniciam uma guerra que vai ser travada no Porto.

 

Tornava-se imperioso muralhar a cidade.

 

Esta decisão foi tomada pelo rei pois a obra era tão exigente e cara que só ele a poderia patrociná-la.

 

D. Afonso IV foi o verdadeiro autor do amuralhar da cidade. No entanto, o rei não viu acabar a sua obra.

 

Esta terminou em 1370, volvidos cerca de quarenta anos de trabalho anónimo, já no reinado de D. Fernando.

 

No total a muralha preenchia 44,5 hectares, cinco portas defendidas por torres, inúmeros postigos e cubelos, conciliando na perfeição interesses civis e militares.

 

O Porto medieval é labiríntico, de ruas estreitas e tortuosas.

 

Prosperava, graças ao comércio com os países do Norte, e à vontade e firmeza da sua população. Aquando a crise de 1383-1385, o Porto esteve incondicionalmente ao lado do Mestre de Avis.

 

São muitas as ligações do fundador da dinastia de Avis ao Porto, aqui se casou em 1387 com D. Filipa de Lencastre, aqui nasceu sete anos mais tarde o Infante D. Henrique.

 

O Infante D. Henrique

 

Em 1414, D. João I resolve preparar a expedição a Ceuta.

 

Incumbe para esse efeito, o infante D. Henrique, de apenas 20 anos. Este dirige-se ao Porto, sua cidade natal, para organizar a frota.

 

A população do Porto voltou a mobilizar-se, a cidade era um autêntico bulício. Daqui advirá a alcunha de tripeiros dos habitantes do Porto, uma vez que estes teriam oferecido toda a carne que tinham para a armada, e reservado para si as tripas.

 

Em Junho de 1415, o Infante mandou terminar os trabalhos. A expedição estava preparada e o Infante pronto para partir.

 

O Porto do século XV dividia-se em três áreas: Alta, Baixa e Monte do Olival.

 

A zona Alta era constituída pelo morro da Sé. Era conotada com o poder eclesiástico.

 

A Baixa começou a afirmar-se na segunda metade do século XIV, obra de pescadores, mercadores e gente da Finança.

 

A Praça da Ribeira representava o fervilhar desta nova vida.

 

O Monte do Olival era uma zona de lavradio e pouco populosa. Aqui residia a comunidade judaica do Porto.

 

A Judiaria do Olival foi instituída em 1386. Parece haver a pretensão de colocar os judeus num bairro único, segregado.

 

Esta zona do Olival ficará sempre associada aos judeus.

 

A Cidade Cresce

Os séculos XIV e XV, assistem a um crescimento enorme da cidade. As feiras são como cogumelos, o Porto era o monopolizador da economia regional.

 

Nos finais do século XVIII, o crescimento da cidade dirige-se para fora das muralhas.

 

Em 1580, o rei Filipe II de Espanha, torna-se também Filipe I de Portugal.

 

A população do Porto sofreu com estes 60 anos de ocupação, nomeadamente a nível de impostos.

 

Com a Restauração, em 1640, é restabelecida no Porto a Casa da Moeda.

 

Queda da Monarquia

Nas eleições de 1899, a cidade elege 3 deputados republicanos.

 

A onda republicana conduz ao regicídio em Lisboa, em 1908.

 

Dois anos mais tarde, a revolução republicana triunfará na capital, com escassa resistência das forças monárquicas, fugindo a família real para Inglaterra.

 

Após várias tentativas de golpe, há um que resulta: o de 28 de Maio de 1926.

 

Na sequência do 26 de Maio de 1928, surgiu uma nova constituição em 1933, que dava origem ao Estado Novo, cuja figura principal era Oliveira Salazar.

 

Em 1961, eclode a guerra colonial. Organizam-se diversas manifestações no Porto para exigir o fim do conflito.

A restauração da democracia teve lugar a 25 de Abril de 1974, promovendo o Porto também um movimento revolucionário.

 

Património Natural

A cidade do Porto possui o privilégio de ter no seu perímetro urbano um conjunto de rochas de grande valor científico e pedagógico.

 

Para além de um laboratório das Ciências da Terra facilmente acessível, é um local onde se pode observar a interacção entre a base de toda a vida e a fauna e flora que por ali encontramos.

 

Património da Humanidade

 

O Centro Histórico do Porto constitui uma paisagem urbana de grande valor estético que testemunha um desenvolvimento urbano que remonta às épocas Romana, Medieval e dos Almadas (século XVIII).

 

A sua ocupação humana, de acordo com o iniciado pelos vestígios arqueológicos existentes, remonta ao século VIII a.C.

 

A riqueza e a diversidade da arquitectura civil do Centro Histórico traduzem não só os valores culturais de épocas sucessivas: Romana, Gótica, Renascentista, Barroca, Neoclássica e Moderna.

 

O Centro Histórico do Porto constitui uma obra prima do génio criativo da humanidade. Interesses militares, comerciais, agrícolas e demográficos, convergiram aqui para abrigar uma população capaz de construir a cidade.

 

O resultado é uma obra de arte única, de elevado valor estético.

 

A cidade traduz, com êxito, uma interacção entre os ambientes social e geográfico.

 

O Porto oferece-nos uma valiosa lição de urbanismo.

 

As intervenções planificadas e não planificadas dos diferentes períodos concentram-se nesta zona permitindo o estudo da concepção urbana das cidades da Europa ocidental e atlântico - mediterrâneas.

 

 

As ruelas tortuosas adaptadas à topografia medieval, as ruas rectilíneas e as pequenas praças da Renascença, as ruas que desembocam nos monumentos barrocos, a profusão de edifícios, aos quais foram sendo sucessivamente adicionados novos andares, e as novas construções fazem deste sítio um tecido urbano complexo.

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publicado por Rastr às 15:13

Fátima - Nova Igreja

Sexta-feira, 12.10.07

 

Igreja da Santíssima Trindade

FÁTIMA

 

Como é um assunto da actualidade e sejamos crentes ou não, é um assunto que nos diz respeito, pois é só o 4º maior Templo Religioso do Mundo.

Se foram aprox. 70 Milhões bem investidos ou não, não sei, mas que é de uma grandiosidade lá isso é.

Pessoalmente prefiro o estilo antigo, como se vê na foto, esta foi tirada da antiga Igreja, à qual eu gosto muito mais. Gostos não se discutem, mas mesmo com as tecnologias de hoje em dia, não acredito que conseguissem fazer outra do estilo mais antigo, que era todo feito à mão.

Por outro lado, acho bem que não copiem os estilos das outras épocas. Cada época tem a sua construção, o seu estilo.

Tenho que ir a Fátima conhecer este novo Templo para que possa dar ou ter outra opinião.

 

Um Abraço

 

 

 

 

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publicado por Rastr às 17:21








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