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Sócio Selecção Portuguesa - A lista

Sexta-feira, 16.05.08

Bom, a lista já começa a crescer. Aos poucos espero que este projecto vá para a frente.

O Blog já tem uma rádio que só passa música portuguesa, algumas tem mesmo a ver com a causa em questão.

Também se encontram jogos online, da categoria desporto e brevemente poderá ter um chat.

Até à data estão a começar a aparecer nomes para a lista, uns por comentários e outros que vêm pessoalmente ter comigo.

Não custa nada e pode ser que consigamos fazer história.

 

Passem por lá, deixem o nome e passem a palavra.

http://socio_seleccao_portuguesa.blogs.sapo.pt/

 

Um Abração

 

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publicado por Rastr às 13:59

Sócio Selecção Portuguesa

Quinta-feira, 15.05.08

Querem ser sócios da Selecção Portuguesa?

Então passem pelo seguinte blog:

 

http://socio_seleccao_portuguesa.blogs.sapo.pt

 

 

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publicado por Rastr às 15:31

Consumo

Sábado, 26.01.08

 

Ao que isto chegou...

 

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publicado por Rastr às 23:08

Uma história real...

Terça-feira, 22.01.08
Quatro funcionários públicos chamados;Toda-a-Gente, Alguém, Qualquer-Um e Ninguém.



Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a- Gente tinha a certeza que Alguém o faria.


Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.



Alguém zangou-se porque era um trabalho para Toda-a-Gente.



Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém constatou que Toda-a-Gente não o faria.



No fim, Toda-a-Gente culpou Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.



Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um quinto funcionário para evitar todos estes problemas.

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publicado por Rastr às 15:49

Nova Profissão com Futuro em Portugal

Terça-feira, 18.12.07

 

 

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publicado por Rastr às 00:30

Só em Portugal

Quarta-feira, 12.12.07

 

Sem comentários

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publicado por Rastr às 14:17

112 - Número que salva vidas

Domingo, 02.12.07

Não há dúvida nenhuma que este serviço nacional salva milhares de vidas por ano e fazem um excelente serviço para o bem de todos nós.

 

Muito se tem falado nas inúmeras chamadas falsas que recebem por ano e que por motivos que obrigam às deslocações dos meios intervenientes para o "nosso" salvamento, estes não possam ir às verdadeiras urgências.

 

Mas, o que me leva a poestar hoje algo sobre este tema, tem haver com um acidente que ocorreu ontem por volta das 22h15 à entrada de Faro, onde um peão "tentou" atravessar a estrada, com uma PASSAGEM AÉREA a excassos 5 metros. Impressionante a estupidez das pessoas...

 

Segundo o que ouvi hoje no Telejornal, avítima ficou gravemente ferida. Custa a crer, pois tal foi a violência do embate.

 

O mais curioso e acho que foi a primeira vez que tal aconteceu, foi termos chamado para o 112 e para nosso espanto, simplesmente... NÃO ATENDERAM !!!

Teve que ser feita a chamada para o Polícia de Segurança Pública de Faro e ainda para mais a pagar, pois o número não é grátis, como aliás deveriam ser.

 

Enfim, só visto!

 

Um Abraço

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publicado por Rastr às 22:38

EXCEPCIONAL

Sexta-feira, 30.11.07

Tive acesso a esta carta escrita por um cidadão ao nosso Ministro das finanças, é veridica.

Se todos tivéssemos a atitude deste homem, que não conheço, quem sabe se o nosso Portugal não melhorava, e os nossos governantes pensassem mais no povo que governam e que os elegeram.

 

Partilho aqui este acto de coragem.

 

Exmo. Senhor Ministro das Finanças


Victor Lopes da G. Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País,
com o número de B.I. 838851..., do Arquivo de identificação de Lisboa,

contribuinte n.º15211587... vem por este meio junto de V.Ex.a para lhe fazer
uma proposta
:

A minha Esposa, Maria Amélia Pereira G. Sampaio Cerqueira, foi vítima
de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6
Janeiro com a extracção radical
da mesma.

Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma
incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha
usufruído de alguns benefícios
fiscais.

Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que
confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos
importância.

Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano

seja retirado os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais
do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:
a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus
cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha.

b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua
Esposa ou Filha ainda:
c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.

e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar
o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
g) ansiedade com que são acompanhados estes exames.
h) A angústia em que vivemos
permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha
Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de
que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o
fazer.

Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua
Esposa ou filha também estarão de
acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei
conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo
fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como
esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras..
.

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta
como muito bem entender.

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se
considerar como tal...) e por
isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que
Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais)
perdoar-lhe.

Atentamente,

                       

                         19/Outubro/2007, 

 

 

                                                            Victor Lopes da G. Cerqueira

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publicado por Rastr às 12:06

Conhecer melhor o nosso País... Porto

Sábado, 13.10.07

PORTO

Património Mundial e Capital Europeia da Cultura

 

Em 1996, perante a riqueza histórica da cidade, sobretudo na sua parte antiga, a Unesco conferiu à cidade o estatuto de «Cidade Património Mundial».

 

Em 2001, o Porto, juntamente com Roterdão, é Capital Europeia da Cultura.

 

À cidade acorrem milhares de turistas.

História da Cidade

Origens

 

A existência de vestígios pré-históricos há muito estão assinalados na área demarcada da cidade e da região do Porto (antas, castros, citânias) Recentes escavações na Casa do Infante permitiram perceber alguma da evolução da ocupação da cidade.

 

O lugar ocupado pela Sé foi, seguramente, um castro. O mesmo se poderá dizer do morro fronteiro de Gaia. Há mesmo referências a um «castrum novum de Portucale», identificável com o Porto.

Com a conquista peninsular pelos romanos, a região assiste a profundas mudanças, quer a nível da organização espacial, quer a nível económico, religioso e político. A Sé era o centro da actividade romana e o seu ponto estratégico mais importante.

 

A expansão da cidade foi até à zona da Ribeira. Na actual Casa do Infante foi encontrado um mosaico romano do século IV a.C. que atesta da expansão da cidade.

 

Os núcleos de povoamento multiplicam-se. Encontram-se vestígios importantes, por exemplo da indústria da salga de peixe em Campanhã e Angeiras.

 

Existia mesmo uma villa romana em Campanhã (campaniana) e uma aglomeração romana na Foz do Douro.

 

 Durante três séculos a romanização de todo o território é completa.

 

No início do século V, surgem modificações que marcarão indelevelmente o curso dos acontecimentos.

 

Os povos além Reno, Suevos e Vândalos, instalam-se na Península. Os Suevos estabelecem mesmo um curto reinado (com capital em Braga).

 

Deve-se a este povo o facto de Portucale ascender a sede episcopal. Os Suevos depressa são absorvidos por outro povo bárbaro, os Visigodos.

 

Assiste-se à deterioração do sistema administrativo romano e à apropriação dos poderes por parte da classe dos guerreiros.

 

Com a monarquia visigótica de Toledo a importância de Portucale não cessa de aumentar.

 

Mas pouco mais de um século após a conquista dos suevos, a monarquia visigótica atingia o seu fim.

 

Um exército muçulmano, desembarca, em 711, no sul da Península Ibérica, e em rápida avançada chega à região do Douro. Mas a ocupação do norte seria efémera, e as regiões de Bracara (Braga) e Portucale renascem.

 

Uma personalidade marca este período da história do Porto, Vímara Peres, peça fulcral no reordenamento e povoamento do Porto.

 

 

O Condado Portucalense e a Época Medieval

O condado, cujo nome deriva do topónimo Portucale, nasceu de uma dádiva do rei Afonso VI à sua filha D. Teresa e a D. Henrique de Borgonha.

 

A cidade do Porto era o morro da Sé. A Rua das Aldas ou a Rua da Penaventosa datam desta altura.

 

O morro era rodeado por muralhas.

 

 Por iniciativa de D. Teresa, em 1120, é concedido ao bispo D. Hugo um vasto território.

 

As muralhas foram rapidamente extravazadas em todas as direcções.

Época Medieval

Em 1330, o Porto era uma cidade importante e grande, era ponto obrigatório da actividade mercantil.

Em meados do século XIV, torna-se premente construir uma nova muralha no Porto, de modo a proteger a cidade em pleno crescimento de todas as arremetidas inimigas.

Até ao final da Idade Média o Porto foi local de disputas entre bispos e cónegos, clero contra frades fransciscanos, bispos contra reis, burgueses contra bispos, burgueses contra fidalgos.

 

Em 1355, o infante D. Pedro e o rei D.Afonso IV, devido aos acontecimentos que envolveram Inês de Castro, iniciam uma guerra que vai ser travada no Porto.

 

Tornava-se imperioso muralhar a cidade.

 

Esta decisão foi tomada pelo rei pois a obra era tão exigente e cara que só ele a poderia patrociná-la.

 

D. Afonso IV foi o verdadeiro autor do amuralhar da cidade. No entanto, o rei não viu acabar a sua obra.

 

Esta terminou em 1370, volvidos cerca de quarenta anos de trabalho anónimo, já no reinado de D. Fernando.

 

No total a muralha preenchia 44,5 hectares, cinco portas defendidas por torres, inúmeros postigos e cubelos, conciliando na perfeição interesses civis e militares.

 

O Porto medieval é labiríntico, de ruas estreitas e tortuosas.

 

Prosperava, graças ao comércio com os países do Norte, e à vontade e firmeza da sua população. Aquando a crise de 1383-1385, o Porto esteve incondicionalmente ao lado do Mestre de Avis.

 

São muitas as ligações do fundador da dinastia de Avis ao Porto, aqui se casou em 1387 com D. Filipa de Lencastre, aqui nasceu sete anos mais tarde o Infante D. Henrique.

 

O Infante D. Henrique

 

Em 1414, D. João I resolve preparar a expedição a Ceuta.

 

Incumbe para esse efeito, o infante D. Henrique, de apenas 20 anos. Este dirige-se ao Porto, sua cidade natal, para organizar a frota.

 

A população do Porto voltou a mobilizar-se, a cidade era um autêntico bulício. Daqui advirá a alcunha de tripeiros dos habitantes do Porto, uma vez que estes teriam oferecido toda a carne que tinham para a armada, e reservado para si as tripas.

 

Em Junho de 1415, o Infante mandou terminar os trabalhos. A expedição estava preparada e o Infante pronto para partir.

 

O Porto do século XV dividia-se em três áreas: Alta, Baixa e Monte do Olival.

 

A zona Alta era constituída pelo morro da Sé. Era conotada com o poder eclesiástico.

 

A Baixa começou a afirmar-se na segunda metade do século XIV, obra de pescadores, mercadores e gente da Finança.

 

A Praça da Ribeira representava o fervilhar desta nova vida.

 

O Monte do Olival era uma zona de lavradio e pouco populosa. Aqui residia a comunidade judaica do Porto.

 

A Judiaria do Olival foi instituída em 1386. Parece haver a pretensão de colocar os judeus num bairro único, segregado.

 

Esta zona do Olival ficará sempre associada aos judeus.

 

A Cidade Cresce

Os séculos XIV e XV, assistem a um crescimento enorme da cidade. As feiras são como cogumelos, o Porto era o monopolizador da economia regional.

 

Nos finais do século XVIII, o crescimento da cidade dirige-se para fora das muralhas.

 

Em 1580, o rei Filipe II de Espanha, torna-se também Filipe I de Portugal.

 

A população do Porto sofreu com estes 60 anos de ocupação, nomeadamente a nível de impostos.

 

Com a Restauração, em 1640, é restabelecida no Porto a Casa da Moeda.

 

Queda da Monarquia

Nas eleições de 1899, a cidade elege 3 deputados republicanos.

 

A onda republicana conduz ao regicídio em Lisboa, em 1908.

 

Dois anos mais tarde, a revolução republicana triunfará na capital, com escassa resistência das forças monárquicas, fugindo a família real para Inglaterra.

 

Após várias tentativas de golpe, há um que resulta: o de 28 de Maio de 1926.

 

Na sequência do 26 de Maio de 1928, surgiu uma nova constituição em 1933, que dava origem ao Estado Novo, cuja figura principal era Oliveira Salazar.

 

Em 1961, eclode a guerra colonial. Organizam-se diversas manifestações no Porto para exigir o fim do conflito.

A restauração da democracia teve lugar a 25 de Abril de 1974, promovendo o Porto também um movimento revolucionário.

 

Património Natural

A cidade do Porto possui o privilégio de ter no seu perímetro urbano um conjunto de rochas de grande valor científico e pedagógico.

 

Para além de um laboratório das Ciências da Terra facilmente acessível, é um local onde se pode observar a interacção entre a base de toda a vida e a fauna e flora que por ali encontramos.

 

Património da Humanidade

 

O Centro Histórico do Porto constitui uma paisagem urbana de grande valor estético que testemunha um desenvolvimento urbano que remonta às épocas Romana, Medieval e dos Almadas (século XVIII).

 

A sua ocupação humana, de acordo com o iniciado pelos vestígios arqueológicos existentes, remonta ao século VIII a.C.

 

A riqueza e a diversidade da arquitectura civil do Centro Histórico traduzem não só os valores culturais de épocas sucessivas: Romana, Gótica, Renascentista, Barroca, Neoclássica e Moderna.

 

O Centro Histórico do Porto constitui uma obra prima do génio criativo da humanidade. Interesses militares, comerciais, agrícolas e demográficos, convergiram aqui para abrigar uma população capaz de construir a cidade.

 

O resultado é uma obra de arte única, de elevado valor estético.

 

A cidade traduz, com êxito, uma interacção entre os ambientes social e geográfico.

 

O Porto oferece-nos uma valiosa lição de urbanismo.

 

As intervenções planificadas e não planificadas dos diferentes períodos concentram-se nesta zona permitindo o estudo da concepção urbana das cidades da Europa ocidental e atlântico - mediterrâneas.

 

 

As ruelas tortuosas adaptadas à topografia medieval, as ruas rectilíneas e as pequenas praças da Renascença, as ruas que desembocam nos monumentos barrocos, a profusão de edifícios, aos quais foram sendo sucessivamente adicionados novos andares, e as novas construções fazem deste sítio um tecido urbano complexo.

 

 

 

Avenida dos Aliados

 

 

Torre dos Clérigos

 

 

Ponte Luís I

 

 

Ponte do Infante

 

 

Ponte D. Maria

 

 

Ponte da Arrábida

 

 

Sé do Porto

 

 

 

Palácio do Freixo

 

 

 

 

Zona Histórica

 

 

Zona Ribeirinha

 

 

Rotunda da Boavista

 

Aqui fica uma excelente sugestão para um passeio em familia. Uma grande cidade com uma riquíssima história e monumentos fantásticos para se conhecer.

Não deixe de poder visitar a bela Cidade do Porto.

 

Para saber mais:

 

http://www.cm-porto.pt/

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publicado por Rastr às 15:13

Nova Zelândia vs Portugal

Quinta-feira, 11.10.07

Afinal, Portugal só perdeu contra a Nova Zelândia por causa de 4 jogadores adversários...

 

 

 

 

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publicado por Rastr às 22:57







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